...para refrescar o olhar!
terça-feira, 26 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Fotografia
Fecho esta semana turbulenta em que não houve hipótese de dar ponto nem nó, e que termina sem quaisquer trabalhos para mostrar aqui, com a única - mas espero muito relevante- novidade que diz respeito ao "Dias às Cores": bought a new camera!
Já há mais de um ano que tinha essa intenção. No verão passado cheguei a ir a lojas procurar informações, ver tipos de máquinas, mas acabei por desistir, por simplesmente achar que it wasn't the right time e por não fazer questão de comprar uma máquina nova.
O que aconteceu há menos de duas semanas foi, numa conversa casual, descobrir que havia quem tinha uma para vender. A decisão da compra foi algo intuitiva. Certo é que me agradaram as fotos que vi tiradas por ela, o preço ficou acordado e porque de fotografia nada nunca aprendi, ainda tive direito a sessão de formação "de arranque" por parte de quem ma vendeu! So grateful! :)
Agora é comigo, tenho uma nova área a explorar, um manual de instruções para ler antes de dormir e nesta primeira fase cumpre-me familiarizar-me com ela no modus operandi automático, de forma a em breve, vir a melhorar a cara do blog!
terça-feira, 19 de junho de 2012
As meninas que eu gostava de levar à praia
Terminada mais uma "pequena fornada" de taleigos, levei-os à vila para os fotografar. Era minha intenção captá-los pendurados em portões, gradeamentos ou portas antigas. Ora estava eu exactamente a tirar esta foto quando alguém, curioso, se aproxima perguntando - O que é que estás a fazer?
Dei uma resposta simplificada, mas ela continuava curiosa e perguntou se também podia tirar fotografias. Acedi. Depois quis segurar nos taleigos e em vez das portas, foi ela, com bastante vantagem,o meu modelo de hoje à tarde.
Ela e a irmã, mais velha e um pouco mais envergonhada, brincavam no degrau à porta de casa.
Têm cuidado com os carros que passam, falam com um cãozinho que ladra dentro de uma casa e não deixam de cumprimentar todos os que descem e sobem a rua.
Acabaram as aulas na semana passada e têm pela frente três meses de dias iguais e quentes.
Disso não se queixam. Pergunto se durante as férias vão a algum sítio, mas abanam a cabeça.
Dizem-me que gostavam de ter um saco destes e perguntam-me o que é que se lá pode guardar. Explico-lhes, prometo-lhes um e também as fotografias reveladas em papel.
Por fim querem ver todas as fotos que tiramos. Riem-se, despedimo-nos com beijinhos e só então me lembro de lhes dizer o meu nome.
Tenho de me ir embora, está na hora de ir dar comer às galinhas! - digo.
Ah, tens galinhas?!... - pergunta-me com algum espanto.
Vou-me embora, mas hei-de voltar com o prometido.
Vou-me embora e levo uma semente de vontade de levar estas duas meninas à praia e vê-las contentes a dar pulinhos à beira de um mar raso e calmo. Mereciam...
sábado, 16 de junho de 2012
Borlas
Já eram quase onze da noite quando ontem me sentei a fazer borlas para a nova remessa de taleigos. Na verdade, dão outra graça às peças, são simples de fazer e podem aproveitar-se restos de linha ou lãs.
Porque não cosê-las também nas bainhas de toalhas de mesa, nas extremidades de cortinas ou ainda ensinar as crianças e entretê-las em altura de férias?... Com mais uns nózinhos, até bonequinhos se podem fazer!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Amargo de coração
Em 2008 decidimos arranjar algumas ovelhas: cinco e um carneiro de raça Merino Preto para começar.
Porque não experimentar? Tínhamos espaço e pasto suficiente que dispensava despesas com a compra de feno ou rações...
O nosso amigo, Sr. Casimiro, que toda a vida lidou com gado, ajudou-nos a construir um abrigo provisório e orientou-nos de início, porém com o passar dos dias fomos aprendendo e inserindo as lides do maneio do gado ovino na nossa rotina diária. Soltamo-las para o pasto, recolhêmo-las e contamo-las todos os dias; quando é preciso curamos feridas, desinfectamos o cordão umbilical dos recém-nascidos, limpamos o ovil e os bebedouros, ajudamos na tosquia e na vacinação... Enfim, encaixamo-las na nossa vida e elas a nós, na delas.
Porque não experimentar? Tínhamos espaço e pasto suficiente que dispensava despesas com a compra de feno ou rações...
O nosso amigo, Sr. Casimiro, que toda a vida lidou com gado, ajudou-nos a construir um abrigo provisório e orientou-nos de início, porém com o passar dos dias fomos aprendendo e inserindo as lides do maneio do gado ovino na nossa rotina diária. Soltamo-las para o pasto, recolhêmo-las e contamo-las todos os dias; quando é preciso curamos feridas, desinfectamos o cordão umbilical dos recém-nascidos, limpamos o ovil e os bebedouros, ajudamos na tosquia e na vacinação... Enfim, encaixamo-las na nossa vida e elas a nós, na delas.
Naturalmente, de ano para ano o número de animais multiplica-se e periodicamente há que reformar as mais velhas.
Recentemente desfizémo-nos das quatro matriarcas do rebanho e por cá essas decisões nunca são tomadas de ânimo leve. À partida foram para bem, para as mãos de um senhor com intenção de fundar um novo rebanho...
Emocionalmente custou menos do que- inevitavelmente- ter de as vender para abate dentro de um ano ou dois, mas quando se foram embora ficou um vazio turvo e espesso que me deixou de coração atado, sem poder fazer mais do que me despedir delas até ao dia para lá dos dias, que na minha forma de ver o mundo e esta vida, é descabido ser um exclusivo humano.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Manta de Verão em Patchwork
Conforme aqui tinha dito, levei a cabo a tarefa de reciclar três camisas do pai para fazer uma mantinha de Verão para o filho. Já está acabada e na altura em que escrevo vai a caminho de Faro.
Fi-la usando um patchwork irregular. Embora seja mais trabalhoso numa primeira fase, pois é preciso esquematizar cada parte ao centímetro, este é um patchwork que me atrai-me mais, pois dá à peça um aspecto mais rústico e espontâneo do que o patchwork regular feito a partir de quadrados iguais.
A parte de trás foi forrada com um tecido também leve, debruei-a e acolchoei à mão.
Os quadradinhos pequenos não estavam programados e só no final é que me lembrei de os aplicar porque a mantinha pedia mais "qualquer coisa". Tornaram-na mais divertida, não acham?
domingo, 10 de junho de 2012
Pão de arroz
Há dois ou três dias que tinha no frigorífico umas sobras de arroz integral cozido e não me ocorria nenhum prato em que o pudesse usar. Pesquisei na Internet e encontrei esta receita de pão de arroz tão simples que merece ser partilhada.
Este pão tem ar de bolo, mas resultou bem à primeira e pode ser feito com arroz branco.
Numa taça grande, juntar 150 ml de água, 2 ovos, 2 chávenas de arroz cozido e bater. Adicionar 2 colheres sopa de óleo vegetal/azeite e mexer bem de novo.
Noutro recipiente misturar 1 chávena de farinha Maizena, 2 colheres de chá de fermento Royal, uma pitada de sal e incorporar bem na mistura anterior.
Assa no forno durante cerca de 30/40 min., em forma untada.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
