terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Good Luck !!!

Pois...sei que não deram por isso, mas de facto o tempo passa e o Dias às Cores já fez um ano! Na altura - dia 5 de Novembro-  o blog estava em tempo de intervalo, e daí não terem ocorrido as merecidas comemorações a pensar nos fiéis visitantes. Acreditem porém, que a data não ficou esquecida e como tal, abro hoje a época do primeiro sorteio "Dias às Cores" que  decorrerá até ao dia 18 de Dezembro.


O que vou sortear?
Esta caixa de madeira, cuja tampa tem um azulejo que pintei.



Um dia à noite antes de dormir, sentei-me a desenhar e o que saiu foi uma folha de papel "bordada" com casas de diversos géneros, destes e doutros tempos. No final, ao olhar para o desenho ocorreu-me um provérbio inglês que diz:
"Home is where your heart is"

...e daí ter, por fim, desenhado um pequeno coração...


Como podem participar?
Basta que deixem um comentário (identificado) neste post.A caixa será sorteada entre os comentadores e enviada por correio.

Quem sabe se a época natalicia não lhe traz sorte?!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Cargaleiro & Patchwork


O Alto Alentejo tem uma porta aberta virada a Sul e uma janela sem cortinas virada a Norte, sendo bem diferente a oferta em cada uma das direcções. Neste fim de semana optámos por "sair pela janela" e num pulo estávamos em Castelo Branco.


O programa da tarde foi preenchido com uma visita ao Museu Cargaleiro, em homenagem ao pintor, ceramista e azulejista português, nascido em Chão das Servas, Vila Velha de Rodão,  em 1927.






Já visitei alguns museus de maior renome que albergam obras de vultos mais consagrados, porém se hoje me pedissem para eleger um pódio de museus, colocaria o Museu Cargaleiro na posição cimeira...Pela harmonia de cores e formas, equilíbrio e leveza do espaço. Lá não nos cansamos, não há demais; há o quanto baste para entendermos que o artista consegue ver com um largo avanço aquilo que nós só vemos indo lá.




À entrada do museu dão-nos as boas-vindas duas portas de madeira centenárias. Coloridas, rejuvenescidas e da autoria do mestre, que nelas criou pequenos espaços para homenagear todas as freguesias do concelho. Na parede da frente uma grande manta cor de vinho, feita em patchwork pela  Dona Ermelinda, mãe de Manuel Cargaleiro.
Reparando um pouco, entre muitas das suas obras e as peças feitas em patchwork pela sua mãe (que mostro de seguida), muitas semelhanças encontramos. Ora, reparem bem...




(Todas as fotos publicadas neste post foram retiradas de diversos sites da Internet)

sábado, 26 de novembro de 2011

The way back...

(Foto retirada de True_Bavarian flickr.com)

Já iniciei o caminho de volta.
Muito contribuiram aqueles que, sem se dar por isso e durante este mês e meio de ausência, aqui vieram na esperança de encontrar novidade. A vossa persistência amornou-me o coração e fez-me sentir útil, mesmo quando não vos dava nada...

Não hei-de demorar muito a chegar. :)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011


Por uns tempos, e por motivos de força maior, o Dias às Cores vai estar assim.
Não me esqueço do que no último post prometi mostrar-vos, portanto sorry once again... :(

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

What's this?


Uma bolsa?
Sim, mas não só.Também é um bolso.
Como?!
Sim, um bolso.Fiquem para ver.
Amanhã mostro. Até lá! :)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

October Swim

No fim de semana rumei ao Sul.
Objectivo principal: "ver" o Marauzinho, que como daqui se depreende já está muito crescido!...

Uma vez no Algarve, aproveitámos a oportunidade para ir a um local que eu há anos tinha vontade de conhecer: o Pêgo do Inferno, no concelho de Tavira.
Apesar gostar muito da combinação "verde+água", ainda não tinha lá ido devido às normais enchentes algarvias de Verão... No entanto, não podia ter havido melhor ocasião, do que um fim de semana de Outono com temperaturas estivais!...


Nadámos todos...e com Outubro já bem entrado!...Quem diria!?!

E vocês, já lá estiveram? :)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ave rara


Querem ouvir uma história?
Ora bem,aconteceu já há uns tempos, andava eu a acabar de caiar o galinheiro com com um balde cheio de cal tingida com um pó ocre, que lhe dá um tom amarelo. Na sua vidinha, andavam por ali os galos, as galinhas e os patos gansos.
Não é que uma vez, ao virar-me para o balde da cal -  e para meu espanto - dou com o pato-ganso de cabeça e pescoço mergulhados nesse mesmo balde!!
No instante seguinte retirou a cabeça de lá de dentro, mas foi o suficiente para  por momentos se tornar numa verdadeira ave rara, de penas cinzentas e com a cabeça e o pescoço pintados de amarelo! Só tive pena de não lhe tirar uma fotografia... a cena merecia!... Porém a minha pressa foi em pegar nele, lavá-lo e pô-lo de novo apresentável...Ufa!...Já vi que tenho que ter cuidado com a curiosidade afoita deste menino!